
O Instituto Brasileiro de Economia (Ibre), da Fundação Getulio Vargas (FGV), e o Instituto Brasileiro de Ética Concorrencial (Etco) divulgaram nesta quinta-feira dados sobre o crescimento da chamada economia “subterrânea” no Brasil, índice que mede transações monetárias e não monetárias informais e ilegais.
De acordo com o estudo, a produção de Bens e Serviços não reportada ao governo subiu 27,6% entre dezembro de 2008 e o mesmo mês do ano anterior. No mesmo período, a economia subterrânea, como fração do Produto Interno Bruto (PIB), cresceu 27,1%.
O índice passou de 94,9 pontos, em 2007, para 120,7 pontos em 2008. Foi o mais forte avanço em um período de dezembro a dezembro da série histórica do índice, que é trimestral e foi iniciada em 2003.
Para calcular o índice foram usados dados sobre informalidade apurados pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), e informações sobre circulação monetária apuradas pelo Banco Central (BC). O aumento foi causado principalmente pelo crescimento da arrecadação federal. A excessiva burocracia e a corrupção também serviram de estimulo para a economia subterrânea, de acordo com os pesquisadores.
Atividades legais, como trabalho informal e troca de bens, e atividades ilegais, como o tráfico de drogas, venda de produtos roubados, fraude, corrupção e contrabando, fazem parte do cálculo da economia subterrânea.
A crise global não afetou o avanço da “economia subterrânea” pelo fato de que essa economia não usa crédito. No último trimestre do ano passado a “economia subterrânea cresceu 9,5% , enquanto o PIB brasileiro caiu 3,6%.

Fazer oque né!
Enquanto agente rala, os bandidos se dão bem !!!